É ver a chama da vida esvaindo-se diante de nossos olhos, a morte se aproximando lenta e silenciosa, muitas vezes furtiva, e não poder fazer nada – porque simplesmente não há nada que se possa fazer. É lutar contra o imponderável, o inevitável, o inaceitável, sabendo-se não ter chance alguma de vencer.
Um monge tibetano, em visita ao Brasil, foi conhecer um pouco do Rio de Janeiro. Conheceu o Corcovado, o Pão-de-Açúcar, o Maracanã, Copacabana, visitou uma favela e, por fim, participou de um ensaio carnavalesco de uma famosa Escola de Samba.