As matas respiram,
os homens enxergam,
o oxigênio abastece os pulmões,
somos seres vivos.
Abro trilhas,
vejo matas,
espinhos ferem,
respiro bem.
Abro trilhas,
os galhos reclamam,
o choro vem,
como as lágrimas desse choro.
O corte é profundo,
a resina aflora,
o choro vem,
o homem ganha.
Grito alto, ninguém ouve.
Somos sós,
somos fracos,
o sim, o som é...
