Ela fazia várias coisas para somente depois merecer o café. Tinha que terminar a louça todos os dias, porque não aguentava ver nada acumulando. Tinha que limpar tudo que insistia em sair do lugar.
O café era o gole de vida, era o momento em que a liberdade lhe permitia um prazer literário e profundo. O gole de alívio, de agradecimento, de prazer, de sentir-se em casa, de liberdade...
