Vejo-te fragmentado
no canto noturno da sala
A recompor pedaços da vida
A tecer o tempo com o fio
de tua membrana fria
Lá no fundo!
No limiar da arte
Estão meus avós, antepassados,
amores perdidos na curva
da estrada
Restos presos ao papel
Então vislumbro casarões
Velhos casarões empoados
Escravos das noites negras
A luz dos jacarandás
Pedrinhas diáfanas do rio
Caminhos de minha memória
Portas de meu infinto!
Querida Maria:
Parabéns duplo...
Perlo Dia Internacional da Mulher e pelo belíssimo e premiado poema Retrato...
Tudo de bom
Bjs
Gustavo Dourado www.gustavodourado.com.br
Adicione seu comentário: para comentar é preciso estar logado no site. Faça primeiro seu login ou registre-se no Portal Literal, e adicione seus comentários em seguida.