Um formoso e quase sonoro balé, esse poema. Vai dando piruetas e, com um ritmo variado, quase nos convoca à dança. Quase, porque diz, em sua arte, e deixa-nos melhor assim, de espectadores-leitores, felizes pelo desenrolar das palavras.
Muitos parabéns, Tõe. Volto pra votar.
sr · Rio de Janeiro (RJ) · 13/7/2009 00:33