Isaac.Noto dualidade no relato poético de seu texto, o que traz à baila tendência patética humana. De um lado a procura do equilíbrio e de outro a queda no desbunde e banal.O homem é realmente engraçado e, ao mesmo tempo, des-engraçado.Realmente um poema contemporâneo, como o homem sempre o é em seu tempo.Gostei muito.Digno de ser votado.Um abraço,Roberto
Roberto Armorizzi · Rio de Janeiro (RJ) · 31/8/2010 11:14