Na pequena cidade de Poeirópolis, interior nordestino, o tempo andava mais devagar. A cidade consistia de meia dúzia de ruas; a “elite” morava em casinhas dispostas ao longo da rodovia – única ligação de Poeirópolis com o progresso. Em pleno século XXI, poucas casas possuíam energia elétrica e água encanada. Não havia sinal de operadoras de celular. Internet? Ninguém por lá tinha ouvido falar disso. Com seus 2.517 habitantes, Poeirópolis era um portal para o passado.
Na tarde de uma quinta-feira de agosto, o telefone do delegacia tocou, quase matando o delegado de susto. Um assassinato brutal... em Poeirópolis! Trabalho inesperado para o delegado Ramos e seu assistente Miro.
tags: João Pessoa PB literatura