Cordel para Fernando Pessoa
Por Gustavo Dourado
Pessoa enigmático:
No dia 13 nasceu...
Lisboa, mês de junho:
Sua mãe o concebeu...
Ano 1888:
O fato assim se deu...
Pessoa heteronímico:
Em Lisboa renasceu...
Ano 1888:
O fato assim sucedeu...
Fernando Antônio Nogueira Pessoa:
Germinou e floresceu...
Fernando Pessoa é:
Poeta-mor de Portugal...
A 13 de julho fluiu:
É poeta magistral...
Poeta que frui magia:
Vate quintessencial...
Na terra dos navegantes:
Registrou-se o surgimento...
De um dos maiores poetas:
Que se tem conhecimento...
O grande Fernando Pessoa:
Vanguarda do pensamento...
Fernando Pessoa não teve:
Em vida o reconhecimento...
Nos trouxe a modernidade:
E a luz do pensamento...
Dois livros publicados, vivo:
Pouco, para o seu talento...
O sistema é tirano:
Não gosta de poesia...
Ultraja, mata, oprime:
Reprime a rebeldia:
Só quer saber de dinheiro:
De lucro e de mais valia...
Fernando Pessoa, múltiplo:
Poeta da heteronímia...
Plural personalidade:
Metafórica metonímia...
Muitos nele habitava:
Para além da pantonímia...
Pluralidade em Pessoa:
Mágica diversidade...
Paganismo... Astrologia:
Panacéia... Novidade...
Poiesis... Cosmologia:
Ás da multiplicidade...
Objeto psicanalítico:
Metafísica... Quintessência...
Antíteses e Alchemia:
Graal da clarividência:
Onipresença do Ser:
Luzes da onisciência...
Fingir... Teatralizar:
Dramatizar a poesia...
Inexistir... Encadear:
A verve da fantasia...
"Bicarbonato de Soda:
Ecos da philosofia...
Atlântico... Tejo... Portugal:
Mar revolto... Calmaria...
Para além do Bojador:
Navega-a-dor da poesia...
Pessoa transborda o verso:
Autopsicografia...
Pessoa eternizou-se:
É patrimônio mundial...
Poesia de infinitude
Luminar de Portugal...
Navegador do Ser:
Poetás universal...
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