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A ironia do velho escritor - pdf
 
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jhparizzi, Aracaju (SE) · 4/2/2010 · 58 votos · 15
Conto de humor que conta a história de um escritor da velha guarda. Narrado em primeira pessoa, mostra que a modernidade chegou para todos, até os mais tradicionalistas se beneficiam dela.

tags: Aracaju SE literatura conto humor a-ironia-do-velho-escritor


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Autoria:
João Hagenbeck Parizzi

Ficha Técnica:
Conto. 2009. 6p.

Contato:
jhparizzi@hotmail.com

 
Adorei ler. Quantos devem ter sentido o mesmo amor e a mesma dificuldade... A modernidade é ótima e nos permite diversas oportunidades, mas, a Remigton... A gente nunca esquece...Voltarei para votar. Parabéns!

Flavia Flor · Rio de Janeiro (RJ) · 1/2/2010 22:48
Obrigado! Eu, que ainda não sou tão veterano, às vezes fico impressionado o quão rapidamente uma criança de 07 anos sabe reconfigurar um celular! Sinto nostalgia de uma Remigton que eu nunca tive...

jhparizzi · Aracaju (SE) · 2/2/2010 10:30
muito bom, gostei, sabe que tem gente que não escreve um poema no computador? prefere o bom e inseparável caderno e caneta, parabéns. Abraço e sucesso.

Pastorelli · São Paulo (SP) · 2/2/2010 19:03
Obrigado! Minhas idéias ficam ótimas em papel e caneta, o computador facilita a edição, alteração de coisas que eu não gosto...

jhparizzi · Aracaju (SE) · 3/2/2010 10:26
Comecei a ler e não consegui parar. Adorei! Feliz de poder abrir sua votação. Um grande prazer. Abraços.

Odyla Paiva · Rio de Janeiro (RJ) · 3/2/2010 18:22
Obrigado! A insônia dos leitores é o objetivo dos escritores, né? Um dia chego lá...

jhparizzi · Aracaju (SE) · 3/2/2010 18:30
Votado.

Flavia Flor · Rio de Janeiro (RJ) · 4/2/2010 13:54
Escrever no papel, no caderno, na caderneta, no embrulho do pão, na velha máquina, no velho computador, ou no moderníssimo Quad. Não importa, porque o que é válido é poder colocar as idéias para fora. Votado. Abraços.

Paola Rhoden · Brasília (DF) · 4/2/2010 14:39
O som das batidas de tua Remington Quiet Riter 1966 me soou como música...” a cada letra, golpes violentos no papel em branco, indefeso, prestes a ser transformado em conhecimento, cultura ou lixo...” Com certeza em cultura, um legado para a posteridade.

Adalberto Lima · Montes Claros (MG) · 4/2/2010 17:02
Além de escrever, você representa bem. Acreditei estar lendo texto de um ancião. Aliás, o “ poeta é um fingidor. Finge tão completamente. Que chega a fingir que é dor. A dor que deveras sente”.

FALSIVA · Picos (PI) · 4/2/2010 17:13
Valeu por terem lido...e votado...eu me senti um acião enquanto estava escrevendo, deu até uma dorzinha nas costas...hehehe, brincadeira. que bom que vocês gostaram. abraços.

jhparizzi · Aracaju (SE) · 4/2/2010 17:18
Sou do tempo da Remington, da Olivetti e sofro horrores com as coisas dos tempos modernos. Apanho do computador...Fui bancário nos anos 70, um exímio datilógrafo, tanto que ao meu lado, um menor-aprendiz derramava água para resfriar os tipos. Senão, queimava o papel.Oitocentos toques por segundo...a Olivetti era meu computadorzinho. Quanta saudade...

Adalberto Lima · Montes Claros (MG) · 4/2/2010 17:23
Salve João! Um Excelente Conto! Viva a Remington Quiet Rieter 1966! Salve o notebook acoplado ao mini-modem! Fodam-_e o_ E__e_! E Saúde às Jovens Escocesas Ruivas de 12 Anos! Um Forte Abraço, Jorge X

Jorge Xerxes · São Carlos (SP) · 4/2/2010 18:48
Ótimo conto.Uma descrição muito bem humorada de um neo-ludita e sua paixão nada platônica por sua Remington.

andre albuquerque · Recife (PE) · 5/2/2010 00:06
Saúde as jovens escocesas ruivas de 12 anos! Pô, Adalbertolima, nunca consegui digitar direito na máquina de escrever, exige-se uma brutalidade contra as teclas para se ter uma boa impressão, imagino como devia ser suado seu trabalho!Obrigado a todos por terem lido!

jhparizzi · Aracaju (SE) · 8/2/2010 17:24
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