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Violência Urbana: Onde vamos parar?
 
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LELLA, Rio de Janeiro (RJ) · 16/8/2010 · 39 votos · 4
Foto Divulgação do Filme
Atualmente, se sai de casa, mas sem a certeza de que irá retornar. Cruel? É. Mas o nível chegou ao ponto de ser morto até por tiras. O certo, ou o esperado seria ser salvo por eles. Ex: Um fato desagradável ocorrido recentemente (2008) no Rio de Janeiro onde uma pessoa fora seqüestrada, e ainda em poder do bandido, em vez de ser socorrida pelos tiras é morta por eles. Mas fatos como esse, outros colegas poderão desenvolver melhor. Pois nosso papo é sobre filmes. Vem comigo!

Como citei antes, o de não saber se volta são e salvo para casa… Em “Valente” (The Brave One), o casal de noivos ao levar o cachorro para uma caminhada no parque são brutalmente espancados. Ele não resiste morrendo no local, ela, personagem de Jodie Foster, sobrevive. E após um tempo, vai atrás dos assassinos. Até por conta da indiferença dos policiais. Filmaço!

Ainda nessa… Esse outro filme é bem forte. A mim, ficou um não querer rever. É o “Irreversível“. Onde à saída de uma festa, uma jovem é brutalmente estuprada e espancada. Um outro, onde após sofrer um estupro, uma jovem grávida morre, mas no hospital conseguem salvar a criança. Onde uma enfermeira, para tentar achar parentes da jovem, acaba indo parar no centro da máfia russa. Um inferno, mas ela está disposta a sair de com o bebê. O filme é “Senhores do Crime” (Eastern Promises).

Há também um outro tipo de violência, que é no trânsito. Onde num descuido pode não apenas tirar uma vida, como também traumatizar toda uma família por conta dessa perda. Descuido ou relapso? Um atender o celular, ou trocar um cd, ou outra coisa onde achando que será rapidinho, pode vir a resultar numa tragédia. Um onde isso ocorre é em “Traídos pelo Destino” (Reservation Road).

Por outro lado, filme é filme! Logo, também quero vê-lo assim. Principalmente com os vilões que por vezes são prejudicados pelo politicamente correto. Que em alguns filmes estadunidenses exageraram no pós 11 de Setembro. Um deles, até fiquei com vontade de lançar uma campanha. Essa: ‘Salvem os Vilões dos Filmes!’. O filme é o “Ponto de Vista” (Vantage Point).

Por querer tentar entender o que se passa na cabeça de um homem-bomba, eu assisti “Paradise Now“. Recomendo! Até por tirar a visão esteriotipada que a mídia lança sobre ele. Não que com isso iremos aprovar, ou mesmo abonar esse ato para lá de violento. Mas é sempre bom ver a outra versão do fato.

Algo que também gostaria de entender é o porque de certas mulheres sentirem fascínio por criminosos. Por conta disso, uma simples leitura numa sinopse, foi o ponto de partida para assistir “Fôlego” (Soom). Onde uma dona de casa vai procurar um criminoso que se encontra no corredor da morte, após saber que o marido a trai. Como citei em meu texto, esse é um filme para um olhar mais maduro.

Por vezes, a violência está dentro de casa. Quer ela seja física, ou em atos contra o patrimônio dos pais. Como no “http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/06/15/antes-que-o-diabo-saiba-que-voce-esta-morto-before-the-devil-knows-you-re-dead/Antes que o Diabo descubra que você está morto“. Onde o filho mais velho alicia o caçula para assaltarem a joalheria dos pais. Como trabalharam nela, sabiam de todos os detalhes da segurança. Mas imprevistos acontecem…

Eu gosto de filmes policiais, também. Não apenas por vê-los em ação, como também em conhecer seus dramas pessoais. No mais recente que eu vi, fiquei pensando se também não teria feito o mesmo que o personagem do Keanu Reeves fez com os pedófilos. Pois ele é um tira do tipo: ‘se houve flagrante, para que ter despesas com júri e tudo mais’. O filme é “Os Reis da Rua” (Street Kings). Subindo o mapa um pouco, um canadense que me fez rir bastante. É o “Bon Cop, Bad Cop“. Onde dois tiras, cujo métodos de investigação são antagônicos se vêem obrigados a trabalharem juntos para desvendarem um crime em série.

Bem, esse tema também me fará voltar a ele. Sendo assim, como fã de Daniel Auteuil, termino por aqui deixando a sugestão de “O Adversário“. Um filme que nos deixa perplexos pelo o que o personagem dele fez. E tudo por querer manter o status quo.

Que o final de semana seja sem violência para Todos nós! Que fique nos filmes!
See You!

Por: Valéria Miguez (LELLA). (Em 18/07/08)

tags: Rio de Janeiro RJ jornalismo-midia cinema filmes violencia-urbana crimes estupros pedofilia assaltosl


 
ABRO A VOTAÇÃO. Mas, sabe Lella, hoje em dia estou selecionando o que vejo, assim como seleciono o que como... Não aprecio mais filmes violentos. Meu marido e meus filhos adoram.Viram todos estes comentados porvocê. abraços Alice

Alice Luconi Nassif- Horas ou Momentos · Rio de Janeiro (RJ) · 15/8/2010 20:53
Oi Alice! Eu só não gosto do Gênero Terror/Horror. Dos outros, eu por vezes, perco meu tempo vendo cada bomba. Principalmente dos que entram em cartaz. Vejo como ossos do ofício. Hehe... E grata por também votar! Beijo,

LELLA · Rio de Janeiro (RJ) · 16/8/2010 14:09
Cada filme, mesmo sem ter aquele enredo fabuloso, nos traz algo para ensinar. Vejo um filme por dia, bom ou ruim, repetindo ou não. Vejo mensagem até naqueles onde escorre sangue pela tela da TV, e o barulho parece o apocalipse. Seu artigo é ótimo. Votando.

Paola Rhoden · Brasília (DF) · 16/8/2010 17:51
Eu creio que mulheres são fascinadas por homens interessantes e especiais, sejam estes homens criminosos ou não!!! Abraços, votando

figueiredo · São Paulo (SP) · 17/8/2010 00:09
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