PUBLICIDADE BRASILEIRA
A nossa publicidade; isto é: aqueles laboratórios que preparam apresentações aos nossos ouvidos, aos nossos olhos, ao nosso discernir, excetuando-se algumas pérolas da criatividade, poucas, o que se vê é de um primarismo atroz; expostos ridículos, ininteligíveis, maçantes.
Haja pilhas para o controle-remoto! Criar algo qualquer, sob todos os prismas da Arte, é abrigar e corroborar o talento existente para tal. Conseguir sutilmente impactar; não, empachar. Conquanto, o que vemos, são hordas de bicões que nada entendem do assunto, ululando por aí como Publicitários. No humorado, um exemplo:
MÍDIA E MÉDIA
Era uma abundante bunda.
Ilibada silhueta rotunda.
Nos seus contornos firmes e carnudos,
Abrigava pronunciada fenda aos desejos.
Mas, a propaganda falava de outra coisa: - anunciava papel higiênico!
Apesar de estar uma correlação, houve um exagero ao convencimento e uma terrível dissociação de motivos.
Arre, que comercial mal feito!
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