Pai
Domingo é dia dos pais, a figura masculina que se faz presente em nossas vidas. Seja aquele que nos deu a vida, ou apenas que nos criou, aquele que temos como referência ou que nos orienta. O que nos dá colo, abrigo e proteção. Em figura paterna propriamente dita ou em figura de um juiz para nos livrar das garras de quem nos maltrata.
O dia dos pais é um dia além de homenagens, de reflexão: quem realmente nos se apresenta como pai para a gente?
Há pessoas que tem um pai por toda a vida, aquele que dá a vida por nós, aquele que ficamos eternamente gratos, buscando agradecer em cada data com um presente demonstrando todo o amor que sentimos por ele. Não precisa ser de sangue, pode ser o pai adotivo, o padrasto, o avô, o tio.
Para algumas pessoas a figura paterna pode aparecer na figura de um policial que a salva de uma situação que coloca em risco a sua própria vida. Ou de um agente do juizado de menores, ou até mesmo de um médico. Não importa se se conhecem ao nascer, ou se encontra por alguns minutos durante toda a vida, o importante foi o se doar, o se importar com o outro. Independente de crença, etnia, cor, sexo. É a figura masculina se dedicando ao outro, cuidando, se importando.
Mesmo na ausência total do pai, ele se faz presente, quer seja por código genético, quer em pensamentos de saudade, de esperança de um dia encontrar, ou de raiva por maus tratos, e de dúvida pelo motivo do abandono.
Aqueles que maltratam, não sabem a beleza de ser pai, não só ajudando a gerar um novo ser humano, mas principalmente, ensinando o outro a viver, ajudando-o, protegendo-o. Talvez essas pessoas não saibam o verdadeiro sentido da palavra AMOR.
É pai! Um alguém que salva, que protege, ensina, e acolhe. Assim é o pai dos pais: DEUS, a melhor referência para se aprender sobre amor e ser pai. E se o caso for de agnosticismo ou ateísmo que fique o exemplo como uma metáfora.
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