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O Autor na Praça & Encontro de Utopias promovem mais um Tarde Poética
 
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Edson Lima, São Paulo (SP) · 17/7/2010 · 39 votos · nenhum
Regina Tieko
Cartaz do Evento
No próximo sábado, dia 17 de julho acontecerá mais uma tarde poética no Espaço Plínio Marcos. Além do grupo Encontro de Utopias, contaremos com a presença de convidados especiais: o poeta Ricardo carneiro e Silva, com seu livro “Sol dos Poros”, o poeta e agitador Marcos Marques, o Kakolé declamando poesias autorais, do poeta e cordelista paraibano Chico Pedrosa e outros poetas da cultura popular e o músico e compositor Haroldo Oliveira. Também acontecerá uma homenagem aos poetas Solano Trindade, pelo mês de seu aniversário de nascimento (24/07) e Roberto Piva, que nos deixou recentemente. Contaremos com uma participação especial de Zinho Trindade, músico e bisneto de Solano e de Valter Corrêa e alguns integrantes do Grupo de poetas de Embu das Artes, apresentando um livro/coletânea recém lançado "Poética do Embú". Será um sarau aberto a todos, com leituras, músicas e performances com a participação de convidados e o público presente. Traga seus poemas, suas composições e adereços! Saiba mais sobre Encontro de Utopias abaixo.

Serviço
O Autor na Praça e o Encontro de Utopias realizam Tarde Poética.
Dia 17 de julho, sábado, a partir das 14h.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br
Realização: Edson Lima, Encontro de Utopias e AAPBC.
Apoio: Femina Arte, Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

O Encontro de Utopias é um coletivo artístico formado em junho de 2009 e se propõe a discutir com a sociedade a construção de uma nova política cultural, numa postura de não sectarismo, entendendo que o intercâmbio de culturas, opiniões, técnicas e linguagens promovem a tolerância e a formação de opiniões. O sarau é um espaço democrático por excelência, pois não comporta censura, não necessita do crivo da mídia e não reflete interesses de instituições, pois é aberto à vanguarda artística, às manifestações undergrounds e à reflexão individual e coletiva. Consiste num sarau que ocorre regularmente no Bar Pandora, na Praça Roosevelt, no último domingo de cada mês, das 20h às 23h, com microfone aberto as intervenções de linguagens e caminhos artísticos variados, através da palavra, da música, da dança, do teatro, das artes plásticas, performances e manifestações de grupos e movimentos sociais. O sarau também se desloca para outros espaços, como instituições sociais, escolas ou praças, pois acreditamos que é fundamental o respeito à diversidade e toda e qualquer expressão cultural que represente uma legítima aspiração popular. Já nos apresentamos na Fundação Casa, na Pça. Elis Regina (em manifestação contra a extinção da mesma), na Casa de Convivencia Restaura-me, na Feira Solidária, na Galeria Olido, no Metrô de São Paulo, na Pça da Sé (no evento Natal Solidário), na Revista Ocas e no Teatro Satyros entre outros.

O Encontro de Utopias acredita que a arte é o mais poderoso instrumento de reflexão e crescimento pessoal e que educação e cultura são as melhores armas de transformação social. Integram a equipe: Fábio Abramo, Tião Nicomedes, Regina Tieko e outros colaboradores. Contatos : regina_tieko1@yahoo.com.br – 9717 2176 ou 9123 8652.

Sobre o livro “Sol dos Poros” - “ARTE POÉTICA: A poesia tem como alimento principal tudo aquilo que a leva ao encantamento. Sem a magia, não existe beleza, não existe o arrebatamento. A violência, o erotismo, muitos são os registros que permitem a criação literária e naturalmente é fundamental que haja uma incessante busca pelo novo, pelas transformações e particularmente pela eliminação das costuras que levam ao lugar-comum. Nesse seu livro de estreia, “Sol de Poros”, o poeta Ricardo Carneiro e Silva põe-se à prova. A ousadia leva à maturidade e somente se expondo, outros universos serão alcançados. Digo sempre: devemos experimentar. Própria dos jovens, sua alma inquieta conduz-nos a uma viagem na qual se observa uma representação do Eu metafórico, o subjetivo, e um extenso comprometimento com a invenção. As imagens, o movimento, são peças claras de significação de sua poética, como: “ao ir-me indo/vou para onde ninguém/ousou buscar”.“...Agora escrevo o amanhã/por não saber se há.” Esta publicação de começo deve ser saudada. É um exercício de descortinamento que se acentua, que se cerca essencialmente da cumplicidade com a poesia e com a palavra.” (Celso de Alencar no texto de apresentação do livro).

Sobre Ricardo Carneiro e Silva, poeta e dançarino, nasceu na cidade de São Paulo, na Vila Joaniza em 1979, ano do Carneiro no horóscopo chinês, na Vila Joaniza (Zona Sul). De família nordestina (Rio Grande do Norte e Bahia) e árvore genealógica dos Carneiros da Silva (avós maternos), Ricardo Aparecido Silva trabalhou em Cartório de 1996 à 2001, em 1999 conheceu a Soma - Uma Terapia Anarquista; onde o tesão de fazer poesia desabrochou, o tesão de jogar capoeira nasceu e a possibilidade de dançar plantou. Aclarou-se a intuição, o cartório para a minha vida seria uma contramão. Então a capoeira de angola passou integrar o meu viver de forma completa no Grupo de Capoeira Angola Omoayê até o fim de 2006. Trabalhou no projeto O Autor na Praça, onde organizou intervenções poéticas e urbanas, produziu e agitou no espaço Plínio Marcos com Edson Lima. Hoje integra a Cia Corpos Nômades como dançarino e assistente de produção. Seu primeiro livro de poesias foi lançado em 2009 pelo Selo O Autor na Praça. Saiba mais no Blog do poeta: www.soldosporos.blogspot.com.

Sobre Kakolé (Marcos José Gomes Marques) - nascido na cidade Pernambucana de São José do Egito, viveu parte de sua infancia no sitio Humaitá, foi criado pelos avós Maternos Francisco Gomes Confessor e Antonia Gomes dos Anjos. Nesse tempo de criança viveu entre as caatingas do Sertão, onde aprendeu a conviver com a natureza de forma mais sublime. Foi nesse Sertão que começou a gostar de cantorias de violas e música em geral, foi convivendo com grandes poetas que aprendeu a criar versos, baseado nos que ouvia dos poetas como Louro do Pajeú, Jó Patriota, Zezé Lulú, Mocinha de Passira, José Marcolino, Ivanildo Vila Nova, Dimas Batista, Sebastião da Silva, Pinto de Monteiro, Zé Catota, Rafaelzinha e tantos outros artistas da cultura popular brasileira. Foi nesse meio que conheceu a verdadeira essência da poesia, onde muitas vezes passava noites em cantorias promovidas por Zezinho Moura que era sobrinho de seu avô e também vizinhos de sítio. A Serrinha na década de 70 também foi palco de grandes cantorias promovidas por meu tio Mané Marques, que era fanático pelos repentes produzidos por Louro e Jó que abrilhantavam aquele cenário bruto do Sertão nas mil e uma noites Sertanejas. Veja o blog do poeta: www.kakole-cordel.blogspot.com.

Sobre Zinho Trindade - O potencial da família Trindade não poderia ter se extinto nas gerações futuras. Registrado como Ayrton Félix Olinto de Souza, usa o pseudônimo de Zinho Trindade. Para aqueles que desconhecem a história dessa musicalidade, Trindade herdou a tradição familiar na pesquisa e divulgação da cultura popular afro-brasileira. Bisneto de Solano Trindade, poeta popular, neto de Raquel Trindade que se mantém a frente do Teatro que leva o nome de seu pai em Embu das Artes – SP. Filho de Vitor da Trindade, percussionista, Zinho vivencia cotidianamente as raízes culturais brasileiras. Com essas grandes influências populares seu estilo como MC “Free Style” de diferencia na improvisação. O espetáculo traz consigo ritmos afro brasileiros mesclando com o Hip Hop, Ragga e Reggae. Resgatando a cultura afro brasileira e as poesias do poeta negro Solano Trindade. Zinho Trindade vem acompanhado com a sua banda" O legado de Solano Trindade" que conta com: Bruno Duarte (Percussão e voz); Fabio Braga (Violão,Cavaco e Voz); Jamesson Santana (Contra Baixo); Manoel Trindade (Bateria); Sandro Lima (Guitarra e Voz). Ao seu lado uma parceria com Thiago Beat-Box, que produz ritmos e efeitos sonoros com a boca. Saiba mais sobre Zinho e a família Trindade: www.zinhotrindade.blogspot.com.

Sobre Haroldo Oliveira , músico, compositor e produtor musical, iniciou-se na música, ainda adolescente, compondo trilhas para espetáculos teatrais do GRUTEMON – Amadores Teatrais, musicando, dentre outras peças, “Morte e Vida Severina” de J.C. de Mello Neto e “Torturas de um coração” de Ariano Suassuna. Cantor e Compositor Paulistano desenvolve trabalho bastante original dentro da Música Popular Brasileira, o que já lhe garantiu gravações nas vozes de Ana Luiza, Juliana Amaral, além de dois discos, “Fruto” gravado em liss, na Suíça, ainda inédito no Brasil, “SAOPUNKPIRIPAQUEINDUSTRIAL” pela gravadora R.G.E. e o D.V.D – Haroldo Oliveira 3X4. Autor de parcerias com Lúcia Santos, poetisa maranhense e com o poeta Sergio Vaz do Grupo Cooperifa. Tem participado ativamente da cena musical paulistana: Virada Paulista, Clube Caiubi, Circuito Cultural e Virada Cultural, que resultou no espetáculo “Brincadeira de Quintal” onde divide o palco com o cantor e compositor Gerson Conrad, ex Sêcos e Molhados, autor de “ Rosa de Hiroshima”. Haroldo conta em sua trajetória com vários clips, inclusive da composição “Dizem”, um dos mais apresentados pela FIZ TV. Atualmente prepara novo trabalho com a Banda do Caixote em Pé. Multi-instrumentista e Produtor Musical, opera Pro-Tools software de ponta utilizado nos principais estúdios e produções realizadas em todo o mundo, o que o faz trabalhar com trilhas, jingles, além de outros serviços para diversas mídias. Entre tantas preciosidades Haroldo compôs a marchinha carnavalesca "Palhaço Benjamim" uma homenagem ao grande palhaço negro brasileiro Benjamim de Oliveira, esta marchinha carnavalesca participou e ganhou festivais. veja o clipe dirigido por Luís Ramalho: www.youtube.com/watch?v=g43mp7RCpxc. Saiba mais sobre Haroldo: www.myspace.com/haroldooliveira e no Toutube: www.youtube.com – Haroldo Oliveira.

tags: São Paulo SP literatura poesia sarau cordel musica


 
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