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Ecologia e Ideologia
 
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Cleber Resende, Belo Horizonte (MG) · 26/1/2010 · 82 votos · 5
http://jammiewearingfool.blogspot.com  http://greetingsearthlings.wordpress.com
O que isto tem a ver com Ecologia?
Faz pouco tempo perguntei a um amigo, professor de Geografia, o que pensam os geógrafos a respeito da polêmica transposição das águas do rio São Francisco. Sua resposta tem valor didático aqui: “Depende. Um geógrafo desenvolvimentista apoiaria. Um geógrafo ambientalista seria contra”. Creio que isto dá uma idéia do grau de politização que tomou conta do debate ambiental.

Temos, dentro do nosso próprio governo, brigas entre ministros, grupos se digladiando a respeito da construção de hidrelétricas, criação de áreas de preservação, e projetos afins. Eu não creio que sejam pessoas " boazinhas " de um lado e "malvadas" do outro, como alega a pregação maniqueísta que se ouve. São pessoas na maioria sérias, que querem o bem do país e do planeta, mas que têm pontos de vista diferentes.

No plano mundial todos viram o fracasso retumbante que foi a última conferência sobre mudanças climáticas de Copenhague. Por que será que não se chega a um consenso? Seria demais pedir ao leitor que considerasse que é porque a questão não está bem esclarecida?

Sempre que vejo a questão ambiental sendo discutida, o que percebo é muito sentimentalismo, muita profissão de fé e pouco dado concreto. Espero que compreendam que minha idéia aqui é mostrar essa questão pelo lado que é pouco divulgado. Então, vamos lá.

A primeira coisa a considerar é o seguinte: a Civilização com sua Ciência e sua Indústria nos traz benefícios ou não?

Pergunta aparentemente simples, mas não é. Existe um ensaio famoso de Rousseau chamado Discurso Sobre a Ciência e as Artes, de 1749, em que ele opta grandiosamente pelos valores morais e pela vida rústica antiga, contra a civilização da sua época. Não dá para ler sem ficar emocionado. Vocês poderão ver essa maravilha da retórica aqui:
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/cienciaarte.html

Mas devemos considerar que no tempo de Rousseau, 95 por cento da população era analfabeta e não tinha a menor idéia acerca da sua situação no mundo. Morria-se por doenças que hoje são facilmente tratáveis. Sofria-se dores que hoje são facilmente extirpadas. As taxas de mortalidade eram assustadoras para os padrões atuais. Não parece claro que hoje, mesmo nos alimentando com os diabólicos agrotóxicos e transgênicos, ainda somos muito mais saudáveis do que apenas cem anos atrás? Qualquer ser humano de classe média hoje vive com muito mais conforto que um rei da Antiguidade. Isso é bom ou ruim?

A humanidade, como qualquer espécie viva, quando confrontada com uma grande ameaça tem que se adaptar. É obrigada a se adaptar. Mas a humanidade possui a inteligência que lhe permite prever essas catástrofes, e se prevenir antes, caso seja possível.

Até algumas décadas atrás havia um problema sério, que já resolvemos satisfatoriamente, ou pelo menos, estamos em vias de resolver – foi o do crescimento demográfico. Se a humanidade continuasse a crescer segundo as taxas com que vinha crescendo até 1950, nos traria problemas muito sérios. Mas esse perigo passou, a pílula anticoncepcional que veio a seguir cumpriu o seu papel, e hoje se sabe que a população humana está se estabilizando e deve parar de crescer a partir de 2050. Em muitos países já parou de crescer. A China, o país mais populoso, tomou medidas drásticas. Enfim, o problema está sendo resolvido satisfatoriamente.

Agora temos outro fato preocupante: o fim dos combustíveis fósseis já se delineia no horizonte. Será que isso é um problema tão grande? Ainda faltam muitos decênios, talvez um século para que isso ocorra, mas já estamos nos adaptando. Essa adaptação começou já na primeira crise do petróleo de 1973, quando se começou a dar mais ênfase aos carros compactos. O programa pioneiro do álcool brasileiro também veio daí.

Todo mundo sabe como a humanidade funciona. Quando a demanda superar irremediavelmente a oferta, os preços subirão para a estratosfera, e só aí veremos medidas drásticas sendo tomadas. Ninguém sabe ao certo em que ano isso ocorrerá. Alguns pensam que poderá ser daqui a 20 anos.

O automóvel é um luxo extraordinário. Foi só a partir do século XX que o homem adquiriu esse costume, de sair por aí transportando uma tonelada extra a tiracolo. Decerto a Idade do Petróleo ficará na história da humanidade como uma Idade bem curta. E ele não movimenta só carros, existem milhares de derivados.

Mesmo assim creio que o fim dos combustíveis fósseis não constitui uma ameaça à sobrevivência da humanidade. Nos adaptaremos e provavelmente os ambientes urbanos, sem os carros atuais, se tornarão muito mais agradáveis. Talvez o mundo se torne até um pouquinho mais parecido com aquele sonhado por Rousseau. Então, onde está o problema?

O problema é que há gente pregando incansavelmente um desastre iminente – pode ser qualquer desastre, já ouvimos incontáveis versões. O mito do Apocalipse espreita de todos os lados. Só para citar um dos mais insanos, tivemos o anúncio do inacreditável “bug do milênio” – quando todos os computadores do mundo falhariam na passagem do ano 2.000, lembram-se? E não importa o quanto essas previsões falhem, estão sempre à procura de outras. Agora, dizem, entre outras coisas, que a queima de combustíveis fósseis está provocando o aquecimento global, que nos trará a próxima catástrofe.

Será mesmo verdade? Já estamos em vias de acabar de queimar tudo. Depois vamos queimar o quê? Não vai ter jeito. E acreditem, as próprias companhias petrolíferas têm interesse em reduzir a produção desde já, para que os preços aumentem mais cedo, e seu lucro seja melhor distribuído por um número maior de anos.

A causa ambientalista é muito simpática, provoca um reavivamento dos nossos sentimentos de solidariedade. E um dos princípios da comunicação eficiente é dizer o que o ouvinte quer ouvir, ou já está predisposto a ouvir. Daí a Imprensa já ter escolhido convenientemente o seu lado.

Quem não quer ser limpo, asseado, responsável, preocupado com o futuro do nosso planeta? Um dia desses vi o caríssimo filme Avatar em que seguem direitinho o script ambientalista que, pelo visto, já dominou Hollywood também (e não só a TV Globo, como eu imaginava): uma floresta sagrada habitada por índios santificados. Ah, viver pelado na floresta, dormindo ao relento numa rede, comendo alimentos não contaminados por pesticidas, isso é que é vida! E não importa o que digam os fatos, todos continuam seduzidos por esse mito do bom selvagem.

Deixem-me dar uma "lacaneada" aqui e dizer que o homem vive realmente é no mundo dos símbolos. É para lá que corremos imediatamente tão logo somos libertados da cruel luta pela vida. Isso é difícil de entender, mas basicamente significa que que quanto mais mais facilidade material tiver um ser humano, mais conteúdo simbólico terá a sua "realidade".

Sabemos que quando algumas idéias são muito simpáticas, passa-se a exagerar no laudatório a seu respeito. As religiões, pois o ambientalismo é muito parecido com uma religião, costumam santificar ou demonizar tudo. A linguagem é sinistra. Em vez de dizer “o custo da captação da água vai aumentar” dizem “a água vai acabar” – num planeta que tem ¾ da sua superfície cobertos por ela.

“Precisamos salvar o planeta” – alardeiam, como se o planeta estivesse precisando de nós. Hoje, o planeta está esquentando. Em 1970, o planeta estava esfriando. O planeta sempre esquentou e esfriou. O clima está sempre mudando, desde muito antes dos dinossauros. O hemisfério Norte está tendo neste instante o Inverno mais frio dos últimos decênios? A gente anuncia então o aquecimento do hemisfério Sul.

Se vocês forem à Wikipédia verão lá que a questão de o aquecimento global ser ou não provocado pelo homem divide os especialistas. Assim como existem estudos relacionando o aquecimento global ao efeito estufa, existem estudos relacionando a temperatura da Terra com a atividade solar. E o Sol, acreditem, é incomensuravelmente mais poderoso que toda a atividade humana reunida.

Filmam um bloco se desprendendo de uma geleira e correm a anunciar a catástrofe. Isso acontece todo ano. A Terra existe há quatro bilhões de anos. Os oceanos levam séculos para absorver totalmente um evento climático forte ocorrido na sua superfície. Comparando o metabolismo da Terra com o metabolismo de um homem, essa pressa com que estão tirando suas conclusões é como analisar a evolução de um paciente num hospital durante um décimo de segundo (o que não daria para detectar nem uma batida cardíaca), e deduzir daí a correção de um tratamento.

Mas esses inocentes têm também seu lado útil. Os governos sabem que o consumo de petróleo e de carvão vai ter que diminuir. Resistências ao uso da energia nuclear precisam ser vencidas. Então, tudo contribui para que a causa sagrada seja trombeteada de todos os lados.

Essa obsessão em controlar as emissões de CO2, e lucrar com os tais “créditos de carbono” parece uma das histórias mais extraordinárias que já vi em minha vida.

Vejamos alguns fatos a respeito.

A atmosfera é composta por uma grande quantidade de gases diferentes, e só uma pequena percentagem deles são os chamados gases de efeito estufa. 95 por cento do efeito estufa é provocado pelo vapor d'água. O CO2 responde por apenas 3.6% dele (quem tiver outros números, por favor me conteste). Se todo esse CO2 estivesse sendo produzido por nossas fábricas e nossos automóveis, ainda assim estaríamos produzindo apenas 3.6% do efeito estufa.

Mas não. A atividade humana (carros, fábricas etc.) produz só uma pequenina parte do CO2. A maior parte é produzida pelos seres vivos em geral, pelos vegetais em decomposição, pelos vulcões, pelos oceanos. Dizem que nosso rebanho bovino produz muito mais CO2 do que toda a nossa indústria. Os vulcões produzem mais CO2 que toda a atividade humana. E os oceanos, muito mais. Enfim, de novo, nossas fábricas demoníacas e nossos carros poluidores produzem, apenas, algo da ordem de 3 por cento do total do CO2 gerado. Resumindo, três por cento de três por cento dá aproximadamente um milésimo, e é dessa ordem a participação da atividade industrial humana no efeito estufa global. Só!

Não é muito agradável ler citações de trabalhos científicos, mas devo mostrar que não sou só eu que acho isto. Aqui vai uma de Luiz Carlos Baldicero Molion, doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin, e representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial:

No Sumário para Formuladores de Políticas do IPCC, afirma-se que o gás carbônico é o principal gás antropogênico e que sua concentração de 379 ppmv em 2005 foi a maior ocorrida nos últimos 650 mil anos, período em que ficou limitada entre 180 e 300 ppmv. O aumento de sua concentração nos últimos 150 anos foi atribuído às emissões por queima de combustíveis fósseis e mudanças do uso da terra. Monte e Harrison Hieb, porém, não concordam com tal afirmação. Para eles, mais de 97% das emissões de gás carbônico são naturais, provenientes dos oceanos, vegetação e solos, cabendo ao Homem menos de 3%, total que seria responsável por uma minúscula fração do efeito estufa atual, algo em torno de 0,12 %

E por fim não se sabe, realmente, a verdade inteira sobre a participação dos gases do efeito estufa no aquecimento global. Essas teorias parecem evoluir mais rapidamente que o clima que tentam explicar. Lembram-se do tempo em que a Amazônia era o “pulmão do mundo”? Hoje não é mais. Lembram-se do tempo em que as usinas hidrelétricas eram a forma mais limpa de geração de energia? Hoje não são mais. Os biocombustíveis que num ano são a solução para todos os males, no ano seguinte deixam de sê-lo.

O que temos são slogans repetidos à exaustão. Porque muitas pessoas concordam sobre um fato, não quer dizer que seja verdade. Ou porque uma teoria foi publicada em um trabalho acadêmico, também não.

E como todos sabem, existem as “Ciências Exatas” e aquelas que não são exatas, e que freqüentemente produzem teorias contraditórias. A Economia, por exemplo, possui correntes de pensamento que discordam entre si. E existem Ciências como a Meteorologia e a Geologia, que lidam com fenômenos tão complexos, que não conhecem totalmente o objeto do seu estudo. Muitas teorias científicas, mesmo sendo tomadas seriamente, ainda necessitam de confirmação, através da coleta de mais dados ou da realização de novos experimentos ainda inviáveis.

Existe também a Ciência que, à falta de nome melhor, vou chamar de “Ciência Neoliberal” – a Ciência feita por cientistas que não são mais os idealistas de antigamente, mas simplesmente pessoas comuns procurando obter sucesso em suas carreiras como todo mundo. As pessoas desconfiam dos políticos, dos magistrados, dos empresários, até dos ministros religiosos, mas ainda têm uma fé cega na Ciência.

Dez anos atrás uma pessoa que fumasse ao seu lado não te faria o menor mal. Hoje, faz quase tanto mal quanto se você próprio(a) fumasse o cigarro. Você acredita mesmo que o resultado de uma pesquisa tão banal possa mudar tão drasticamente em tão pouco tempo? Você já pensou sobre quem lucra quando se muda por exemplo, o critério para a definição de "diabético" baixando o limite do índice glicêmico usado para a definição da doença?

Por último existe ainda a Ciência contaminada pela ideologia, como o caso dos geógrafos que citei no início. Os cientistas também são pessoas que têm ideologias, e que chegam a conclusões baseados nelas.

A Ciência pode ser politizada. As instituições humanas também. E as mais respeitadas instituições para o estudo do clima, como o IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) da ONU, ou a EPA (Environmental Protection Agency, organização americana para o meio ambiente, que foi satirizada no filme Os Simpsons) já estão irremediavelmente politizadas. No mundo inteiro, a esquerda política tomou conta dessas organizações, como ocorre com o nosso Ministério do Meio Ambiente.

Quando compreendemos isso, fica fácil entender porque esta última reunião de Copenhague foi um fiasco. Não se pode tomar decisões que movimentam tantos bilhões de dólares baseados em dados sobre os quais não existe consenso.

Se formos procurar o motivo desse fervor político por trás da movimentação ambientalista, veremos que essa causa se parece claramente com uma cruzada anti-capitalista, e assim ela se encaixou perfeitamente nos ideais dos ex-comunistas à procura de uma nova bandeira. Se repararem quem são os líderes ambientalistas, verão que são os mesmos líderes da antiga esquerda revolucionária.

Marina Silva veio do Partido Revolucionário Comunista (PRC). Fernando Gabeira era militante do MR-8, grupo armado de oposição ao regime militar. Carlos Minc era integrante da organização clandestina VAR-Palmares (VAR significa “Vanguarda Armada Revolucionária”). E por aí vai. Em todos os países é assim.

Eu sei que existem ecologistas que não são comunistas, mas são estes, os mais radicais, que assumem a frente de todos os movimentos. Com isso os métodos de propaganda marxista vêm sendo aplicados, e com muita eficiência, no debate ambiental, criando dogmas, demonizando os adversários, impedindo o diálogo franco. Quem é mais velho e se lembra dos anos do comunismo sabe como é.

Não estou inventando uma teoria nova, a inocente revista Galileu que está nas bancas neste janeiro de 2010 traz uma entrevista com o filósofo francês Luc Ferry e fala do seu livro A Nova Ordem Ecológica que acaba de sair no Brasil, onde ele nos mostra a semelhança dos movimentos ecológicos com os regimes totalitários do século XX.

E só citei para vocês conferirem, pois li isto a primeira vez (essa relação entre comunistas e ecologistas) num artigo do Paulo Francis, creio que no seu tempo da Folha de São Paulo, em 1990.

O tema é muito extenso. Se o leitor quiser ver algum material adicional sobre o assunto sugiro o didático vídeo que pode ser acessado pelo link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=RDzuXPM1W3k

Não estou sugerindo que o que eles dizem é a verdade, estou sugerindo que eles mostram o outro lado da questão. E para a gente formar uma opinião, sempre é bom observar os dois lados.

E por fim a constatação que cabe aqui é a de a velha rixa "esquerda x direita" é a verdadeira motivação do debate ambiental. O que isto tem a ver com Ecologia? Felizmente o planeta, para sorte nossa, vai continuar ignorando a tola humanidade.


Cleber Resende é autor do romance A Nossa Cor e do ensaio Massificação Cultural e Religião.




tags: Belo Horizonte MG jornalismo-midia ecologia ambientalismo ideologia


 
Este artigo é uma reescrita do anterior “Sobre as Melancias e os Ecologistas”, que eu próprio concordei que estava demasiadamente sectário, e me empenhei para não ser publicado.

Cleber Resende · Belo Horizonte (MG) · 23/1/2010 20:35
Parabéns por mais este excelente artigo, Cleber. Você aborda temas polêmicos sempre com muita competência. Votado. Abraço, Thales.

Thales Ribeiro · Campinas (SP) · 25/1/2010 21:32
Meu Caro e Querido Cleber, Mais Um Artigo Excelente de Sua Autoria! “Filmam um bloco se desprendendo de uma geleira e correm a anunciar a catástrofe. Isso acontece todo ano. A Terra existe há quatro bilhões de anos. Os oceanos levam séculos para absorver totalmente um evento climático forte ocorrido na sua superfície. Comparando o metabolismo da Terra com o metabolismo de um homem, essa pressa com que estão tirando suas conclusões é como analisar a evolução de um paciente num hospital durante um décimo de segundo (o que não daria para detectar nem uma batida cardíaca), e deduzir daí a correção de um tratamento.” Concordo. Porém Eu, Você E O Planeta Estamos Todos Sujeitos A Um Súbito AVC. Neste Final de Semana Assisti A Dois Filmes Que Apreciei Sobremaneira. O Primeiro Deles: Avatar – Aquele Ao Qual Você Faz Menção Em Seu Artigo. O Segundo: “Alô, Alô, Terezinha!” Este Último, Infelizmente, Fadado A Sobreviver Na Míngua. http://aloaloterezinhaofilme.com.br/ E Viva A Diversidade Das Idéias! Um Forte Abraço, Jorge X

Jorge Xerxes · São Carlos (SP) · 26/1/2010 09:11
Parabéns Cleber, mas agora fica a idéia,mesmo que seja uma farsa o "Aquecimento Global" isso pode trazer algo de bom para a sociedade,afinal de contas as pessoas não lidam muito bem com a verdade,no caso de uma doença por exemplo que vai causar pânico desnecessário na população causando mais mortes até que a própria doença.Ou seja, tem um lado bom disso tudo,mesmo o fato desses ambientalistas alienarem a população o desmatamento,por exemplo,está como está.Centenas de árvores são derrubadas por minuto,imaginem se essa "farsa" fosse revelada?...como a população iria reagir?...não é o fato da água potável "acabar" no planeta que me preocupa, é o fato de que se continuar do jeito que está vai chegar a um ponto que apenas 10% da população mundial terá acesso a ela,mas tenho que concordar que essa "farsa" está saindo do controle é melhor você assassinar uma pessoa do que derrubar uma árvore hoje em dia,por isso prefiro ficar em cima do muro,a virtude está no meio.Abraço, Igor.

Igor R. de Oliveira · Belo Horizonte (MG) · 26/1/2010 16:23
Obrigado, Thales, Jorge e Igor, pela leitura e pelos comentários. Abraço, Cleber

Cleber Resende · Belo Horizonte (MG) · 26/1/2010 16:52
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