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A Alfabetização Escolar: uma realidade ao mundo virtual da criança com...
 
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Solange Gomes da Fonseca, Curitiba (PR) · 19/8/2010 · 138 votos · 38
Solange Gomes da Fonseca
Mundo Virtual na Alfabetização Escolar
A Alfabetização Escolar: uma realidade ao mundo virtual da criança com as novas tecnologias



Autora: Solange Gomes da Fonseca



Nos últimos anos, muito se falou da formação do professor e do quanto nossa sociedade ainda não teria percebido a urgência desta questão do preparo para o exercício competente da tarefa de educar.

O atraso nas disposições práticas que pretendem formar o professor torna-se um problema mais grave quando notamos o mundo atual, pautado numa organização social e cultural pelo reconhecimento da importância de informar e divulgar conhecimento.

O estranho paradoxo que encontramos pelo caminho é o mundo globalizado que precisa difundir suas conquistas tecnológicas, mas não é capaz de solucionar o entrave em que se chegou quando se afirma a urgência de capacitar professores para educar. Dilema que se amplia e agrava quando o país em questão pertence ao chamado mundo dos “paises atrasados”.

Um problema central que encontramos é o avanço da tecnologia em algumas classes sociais, em que algumas crianças já interagem com o computador, mas que em contrapartida na vida cotidiana dos cidadãos e, entre estes, os professores e alunos envolvidos na realidade da escola pública não tem acesso às novas conquistas da tecnologia.

O que causa estranhamento é notar a confecção de livros e material didático a partir de sofisticados softwares de autoria, quando a maior parte desses alunos e professores não possui o seu microcomputador casa e nem em algumas escolas da rede pública.


Hoje, o mundo virtual nos obriga a alfabetizar os alunos com os dedos. Devido à evolução constante da tecnologia que esta impulsionando a educação para novos rumos, enfatizando a utilização de novas ferramentas e propiciando uma evolução no processo de ensino/aprendizagem.

Os avanços da tecnologia são constantes e, hoje um pouco mais acessíveis. Pois, as dificuldades de implementação ocorrem devido ao alto custo, que ainda é determinante. Infelizmente, a tecnologia de hardware e software ideal para este tipo de ensino é dispendioso e somente as grandes instituições de ensino a possuem.

As novas tecnologias permitem a interatividade, a participação, à intervenção, a bidirecionalidade e a multidisciplinaridade. Todavia, para que essa realidade virtual possa acontecer de maneira eficaz para uma alfabetização escolar, os professores e a equipe pedagógica da escola junto com a família e os alunos precisam se comprometer, ampliando a sensorialidade e rompendo com a linearidade e, também com a separação emissor/receptor. Pois, assim, poderemos moldar a educação de forma substancial nesse novo modelo do processo ensino/aprendizagem numa classe de alfabetização escolar e, fazer da sala de aula um espaço diversificado e não de uniformidade, de rotina.


A criação de um ambiente artificial para aprendizagem seria uma forma apropriada para aquisição do conhecimento. A artificialidade ajuda na concentração do conteúdo a ser ensinado, as relações com o exterior conferem veracidade às propostas e geram possibilidades de troca entre o lúdico, o livro didático, a lousa e o computador.

Nesse novo processo de ensino/sprendizagem eliminamos o tradicionalismo , não dando lugar para que na sala de aula haja apenas um espaço físico monótono e repetitivo, com crianças inertes e sob o comando do professor.


A sala de aula interativa seria o ambiente em que o professor interrompe a tradição do falar/ditar, deixando de identificar-se com o contador de histórias, e adota uma postura semelhante a dos designers de software interativo. Ele constrói um conjunto de territórios a serem explorados pelos alunos e disponibiliza co-autoria e múltiplas conexões, permitindo que o aluno também faça por si mesmo. E a educação deixa de ser um produto para se tornar um processo de troca de ações que cria conhecimento e não apenas o reproduz.

A melhor oportunidade pra que ocorra esta mudança esta justamente na capacitação do professor para o uso da tecnologia como instrumento e aprendizagem, onde ele irá atuar como aluno. Não permitindo que o professor transponha conteúdos estáticos para o formato digital substituindo o livro didático pela tela do monitor, e sim criando condições de possibilidades para que o professor possa pensar/repensar a sua visão de mundo com as novas tecnologias oferecidas à criança num processo de alfabetização escolar.


O papel do professor nessas circunstancias é atuar como mediador/condutor, ajudando seus aprendizes a perceber os valores éticos, morais e sociais que as novas tecnologias possibilitam para o desenvolvimento do cidadão.

O uso das tecnologias de informações e comunicações nas instituições escolares, não deixa a desejar, uma vez que o mundo digital invadiu a vida de nossas crianças, colocando-as em igualdade com professores no sentido de ter acesso ao conhecimento, através desse mundo virtual.

Diante de grandes metamorfoses sociais e culturais ocorridas neste século, novos comportamentos começaram a ser exigido, o êxito social e cultural das pessoas passou também a envolver no desempenho escolar.

Os números de pesquisas confirmam o constante crescimento do aceso às novas tecnologias, como mostram os dados do Censo Escolar realizado anualmente pelo Ministério da Educação com informações sobre o número de computadores, bem como as formas de acesso à Internet. Além disso, o levantamento dessas pesquisas aponta caminhos para melhorar as condições de uso dessas máquinas a serviço da aprendizagem dos alunos.

Precisamos mudar o foco de que antes as tecnologias estavam voltadas para a educação, mas nos tempo atuais temos que pensar a educação com tecnologia. E, mesmo que envolvam crianças pequenas, essas não, podem ficar de fora das grandes blocos da sociedade que são: infraestrutura, formação e planejamento educacional.

O texto se propõe a apresentar a questão da inclusão digital de crianças desde a mais tenra idade. Partindo da perspectiva voltada para o desenvolvimento de um processo contínuo e prazeroso no que se refere á construção das habilidades de leitura e escrita dos pequenos alunos, minimizando o problema do mundo virtual no ensino/aprendizagem.

É preciso educar desde cedo as crianças para usos democráticos, mais progressistas e participativos das tecnologias, que facilitem a evolução dessa aprendizagem. Pois, ao chegarem na escola, as crianças, já estão com os processos fundamentais de aprendizagem desenvolvida de forma significativa. E, assim, essas ferramentas mediadas pelo professor tornar-se mais eficazes na medida que possibilita que o sucesso da aprendizagem escolar efetive.

Nesse contexto é que se faz muito importante valer-se das novas tecnologias para além de incluir a criança nesse novo mundo, que é digital, também possibilitar que essa vá apropriando da linguagem escrita de maneira rica e prazerosa. Rica em diversidade, contidas nos recursos tecnológicos existentes; e prazerosa, pois é através do lúdico que a criança dessa idade aprende.

De acordo com Vygotsky (1998, p. 133), ensinar a escrita nos anos pré-escolares impõe necessariamente que a escrita seja relevante à vida, que as letras se tornem elementos da vida das crianças, da mesma maneira, por exemplo, a fala.

Moran (2001, p. 33-34), diz que os meios de comunicação operam imediatamente com o sensível, o concreto, principalmente a imagem em movimento. Combinam a dimensão espacial com sinestésica, onde o ritmo torna-se cada vez mais alucinante. Ao mesmo tempo utiliza a linguagem conceitual, falada e escrita, mais formalizada e racional.

Com o advento das novas tecnologias, mais propriamente do computador, entendemos que ficou muito mais fácil a questão do letramento, tão importante para a nossa cultura. Através delas, ter acesso a diversos materiais de qualidade e ampla variedade de textos para apoiar a mediação do professor, tornando-se uma prática pedagógica comum, sem deixarmos de lado as formas tradicionais que são utilizadas em sala de aula pelo professor como: a lousa, o giz e a cartilha.


Trabalhar com as tecnologias (novas ou não) de forma interativa nas salas de aula requer: a responsabilidade de aperfeiçoar as compreensões de alunos sobre o mundo natural e cultural em que vivem. Faz-se, indispensável o desenvolvimento contínuo de intercâmbios cumulativos desses alunos com dados e informações sobre o mundo e a história de sua natureza, de sua cultura, posicionando-se e expressando-se, de modo significativo, com os elementos observados, elaborados que serão mais bem avaliados, ao se trabalhar, adequadamente, com essas novas tecnologias.

Os professores precisam sempre estar reciclando seus conhecimentos e Sá depois eles poderão ter a competência para escolher se querem ou não usá-las, se querem ou não praticá-las na educação da alfabetização escolar. Portanto, os professores precisam estar profissionalmente qualificados e, hoje, não se pode falar em qualificação sem assimilação das novas tecnologias. É primordial que os professores se ajustem, deste modo, a diferentes tecnologias de informação e de comunicação.


Por fim, consideramos que, os processos de construção de conhecimento sobre a forma de aprendizagem de alunos e professores são fenômenos que necessitam ser mais estudado por ambos, mas principalmente, pelos professores que devem estar em uma constante busca de conhecimentos, de novas tecnologias.

Acreditamos que o aluno em alfabetização escolar pode sentir dificuldades de leitura, pois ainda não tem autonomia suficiente para traçar seu caminho ao mundo virtual. Após, a construção de uma boa base alfabética, a criança poderá se direcionar para rede, já que não pensamos em desconsiderar a importância da mesma para o ensino/aprendizagem na alfabetização escolar no ambiente virtual.

A Internet é um suporte textual compartilhado socialmente, promove a interação e a troca de informações, podendo-se escrever e ler um texto juntamente com outras pessoas. Sendo assim, não podemos esquecer que estamos na era pós-industrial em que imagens e informações são lidas constantemente. Lemos sons, cores, texturas, palavras e o “novo” leitor também esta aprendendo a lidar com esta realidade.

Partindo dessas expectativas e considerando o perfil da criança que acessa a Internet, estamos diante de um quadro muito diferente, não apenas de leitura, que não se trata mais de um passo a passo, de algo mais fácil para o mais difícil, da ênfase nas imagens até a inclusão de palavras e frases. Mas, sim, de um leitor que tem relacionado imagem e texto muito mais cedo e cada vez menos dependente da leitura individualizada, aquela que se constrói cena por cena, pagina por pagina. Por outro lado, vale observar que virtual é tudo que susceptível de ser real, de se concretizar, mas não se concretiza. No virtual, você vive num mundo do “faz de conta”, daí é que entra o lado tradicional do ensino/aprendizagem, na alfabetização escolar dessas crianças, que não poderá ficar de fora do processo de alfabetização.


Para concluir o texto acrescentamos que o sucesso do uso do computador como uma tecnologia pode favorecer a expansão da inteligência depende da forma como ocorre a relação entre o usuário e as informações contidas nos programas, por ele utilizado. Quanto mais interativa for essa relação, maiores serão as possibilidades de enriquecer as condições de elaboração do saber. Este é um dos principais argumentos para justificar a importância do estudo da interatividade no contexto da inserção dos computadores na educação escola.

A escola de educação infantil e a família devem considerar o recurso tecnológico lúdico como parceiro adicional e utilizá-lo apropriadamente, com supervisão para atuar no desenvolvimento e na aprendizagem da criança, havendo uma maior conscientização no sentido de desmistificar o papel do “brincar”, que não é apenas um mero passatempo, mas sim um objeto de grande valia na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças com a realidade ao mundo virtual com as novas tecnologias inseridas no processo de alfabetização escolar.




Referencias


. CHAVES, Eduardo O. C. O Computador na educação e informática. Projeto Educom. Rio de Janeiro. 1985

. LÉVY, Pierre. O que é Virtual. São Paulo: Ed. 34. 1996

____ As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed 34. 1993

. LITTO, Frederic M. Os Grandes Desafios da Educação para o novo Século. Revista Impressão Pedagógica. Curitiba, Ano IX n. 21, p.4-8. 2000

. MORAN, Jose Manuel. et.al. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. Ed. 3. Campinas: Papirus. 2001

. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Rio de Janeiro: Quartet. 2000

. VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente: o desenvolvimento dos processos superiores. ed. 6. são Paulo: Martins Fontes. 1998-2003.



tags: Curitiba PR blogs


 
Solange,o aprofundamento que voce da aos temas abordados nos seus textos nos revela com que intensidade é a sua relação com o processo Ensino/Aprendizagem.As dificuldades da Educação Tradicional(e, por mais que se procure inovar dentro das escolas,o que vemos é a quase mesmice de anos anteriores)ainda são e estão evidenciadas na falta de competencia técnica e do compromisso politico de muitos dos chamados professores ensinadores,que por sua vez não buscam aprender no seu ensinar,nem aprendem a aprender.Esta realidade,triste e cruel,posto que se a Educação fosse vista e respeitada como Filosofia Politica, e não apenas um ambiente para que hoje as politicas partidárias tenham direito a darem o tom,poderiamos ter um campo ativo mais eficaz no nosso processo Educativo.Por conta do fosso existente no Sistema educacional e com o advento das nova tecnologias(e aí devemos conscientizar o educando de que a figura do educador é essencial e tem de ser visivel aos olhos)vem suprir a deficiência de professores ensinadores,o que,por sua vez,obriga ao Sistema a criação de Politicas Públicas para que o Proceso Educativo seja contextualizado em novas realidades que se fazem presentes no cotidiano das pessoas.Cara Solange.,desde que nos conhecemos venho observando ,de forma analitica a sua postura como educadora,através dos seus textos concretos,o que se traduz em ânimo para todos aqueles que não só amam a Educação,como centro de todas as ações sociais,assim como a base para que toda a estrutur social se erga fortemente traduzindo em arma poderosa para que os individuos assumam a consciência de que nada é mais do que a educação.E,que a Educação é quase que jogada nas valas das cidades com o objetivo único de homens,reconhecidamente déspotas,perpetuarem-se no poder.Aquele que tudo pode,menos subverter o desejo de cada um que quer ser verdadeiramente humano. Afinal,é necesário que todos saibam que o papel da educação não é oprimir nem censurar,mas edificar na mente humana as possibilidade de construção de novos mundos.Isso tudo,ao lado do pensar que estudar não mata,aprender não causa dor.Beijos,amada.

Cezar Ubaldo · Feira de Santana (BA) · 18/8/2010 09:57
Cezar: seu comentário atingiu o ponto crucial dos meus textos aqui colocados. Assim, como eu educadora, você que está inserido no processo educacional e nas pesquisas sabe que o Portal não seria uma ferramenta para que estudantes academicos fizesssem o uso dos meus textos para acrescentar em suas teses, dissertações ou TCC, pois , existem outros espaços que nos permite esse objetivo, e, eu mesma, já trouxe o resultado de um dos meus textos ter sido usado para defesa de outras pessoas. Você, como um excelente leitor e observador das letras definiu muitissimo bem a minha colaboração aqui postada. Não tenho pretensão de ensinar ou educar os colegas do Portal, pois , tenho ciencia que muitos deles são mais sábios e possuem uma bagagem academica e intelectual inumeras vezes maiores que a minha, mas a minha singela e humilde colaboração é mostrar que não se faz educação, apenas, nas salas de aula ou no interior de novos conhecimentos educacionais e, SIM se faz EDUCAÇÂO quando todos que sobrevivem nesse mundo tomam conhecimento das formas concretas que os textos direcionados ao educar tem no seu conteúdo pragmatizado, pelo escritor ou autor que os escreve. Um "pouquinho" de saber não dói na mente e nem nos olhos de ninguém (RISOS). Obrigada de coração amigo por suas palavras sempre tão profundas e inteligentes. Bjao. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 18/8/2010 10:20
Querida amiga Solange, adorei o novo texto que vc apresenta para nós. Você faz excelentes colocações sobre o novo caminhar da Educação. A realidade virtual chegou para ficar e somar no processo educativo. Já estão falando no " analfabeto virtual" que não consegue competir em vagas de trabalho, se não dominar o computador e a internet. Tenho um neto de 4 anos que domina o computador em jogos e atividades lúdicas e interativas.Ele ainda não foi alfabetizado nos moldes antigos.Mas, como conhece as letras escreve os nomes de todos membros da família com seus dois dedinhos rápidos. Este estimulo, com certeza, será importante em todo o processo educativo que ele irá enfrentar. Acredito que deverá em breve haver uma mudança radical na educação tradicional e em todo o sistema educativo . As informações e os conhecimentos que nos chegam via virtual, já alteraram a noção(antiga) de tempo e espaço. No mesmo momento em lugares diferentes forma-se uma rede e todos participam de um debate, um simpósio, etc... Agora com a educação à distância e as tutorias virtuais tudo se acelera... Logo, como vc apresenta no seu texto é necessário começar esse movimento com a criança pré-escolar e também preparar os educadores para essa tarefa. O realidade virtual é , agora, importante para o sucesso do educando. Você , a guerreira da educação, mostra com eficiência todo o processo e alerta para a necessidade da imediata aplicação do mesmo. Citas no seu texto autoridades em educação que não brincam com o futuro das suas crianças. Enfim trazes para todos nós mais um brilhante texto com a preocupação correta e corajosa da grande educadora Solange Gomes da Fonseca. Meus parabéns. bjs Alice

Alice Luconi Nassif- Horas ou Momentos · Rio de Janeiro (RJ) · 18/8/2010 16:33
Solange,seu texto ,muiuto bem feito,exprime uma realidade q/ n/ podemos mais esconder atrás do armário:a importancia da educação p/ meios virtuais,q/, infelizmente n/ alçança todos os níveis sociais.Da lousa tão arcaica ao computador,algumas escolas caminham a passo de cágado.Precisamos atualizar nossos professores e convencer nossos governos da importancia da Educação no desenvolvimento do nosso pais,pois um grande pais se faz com homens e livros e- vou além- se faz c/ homens muito bem orientados pelos livros.Abraços

Mirokca · Salvador (BA) · 18/8/2010 16:53
Alice: és dona das suas próprias e consideráveis palavras que junto ao meu texto veio agregar um pedido de "SOCORRO" para as autoridades governamentais na conscientização de colocar, principalmente, nas redes públicas de ensino computadores, a fim de que, todos os cidadãos, desde a mais tenra idade escolar tenha, pelo menos, um pouquinho de conhecimento do mundo virtual, do contrário vamos caindo outra vez na "malha fina" da desigualdade para os alunos menos favorecidos, através dos aspectos socioeconomicoculturais, que somam de montão num país como o Brasil , que tem o maior número de pesquisadores na área educacional, mas, nada... NADINHA sai do papel. Daí, continua a polemica das "cotas", que ao meu entender, só corrobora para aumentar ainda mais o preconceito racial. Sim, porque inteligencia e cérebro não se mede por pigmentação na cor da pele, mas, por condições de equidade para todos. Muito obrigada pela leitura, em se tratando de um texto denso. Bjns. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 18/8/2010 17:37
Mirokca: Agradeço seu comentário ao texto e reafirmo à você que mudanças urgentes nesse setor educacional precisa ser efetuada. Do contrário, a "dor" maior vai para os menos favorecidos pelo poder economico. Bjns. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 18/8/2010 17:41
No fim o que vale mesmo é a boa vontade de poucos lutando contra muitos.....parabens pelo artigo. bjs

luiz arias · Santos (SP) · 18/8/2010 17:56
Luiz: eu agradeço sua disponibilidade à leitura do texto. Você que tem as mesmas titulações que eu sabe tão bem o quando é dificil divulgarmos nossas pesquisas, com o intuito de favorecer e colaborar para reformas nas áreas dos nossos conhecimentos. Principalmente, na área da Educação Brasileira!! Bjs. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 18/8/2010 18:06
Abro a VOTAÇÃO. bjs ALICE

Alice Luconi Nassif- Horas ou Momentos · Rio de Janeiro (RJ) · 19/8/2010 17:19
OI SOLANGE, MUDASTES PARA ARTIGO, QUASE NÃO TE ENCONTRO, BELO TEXTO, COMO SEMPRE E, APROVEITANDO A OPORTUNIDADE DO TEMA EM QUE VOCE FALA DA CRIANÇA ATRAVÉS DA ESCOLA ENTRAR NO UNIVERSO DA COMPUTAÇÃO, AQUI NO URUGUAY, EXISTE O ´´PLANO CEIBAL´´ TODAS AS CRIANÇAS DA ESCOLA PUBLICA GANHAM UMA COMPUTADORA E TODAS AS ESCOLAS TEEM WIFI INSTALADO PARA O USO DOS ALUNOS, O ACESSO É DE 100% E COM EXCELENTESRESULTADOS.VOTADO. ABS. SANDRA

verdades e mentiras · Uruguai · 19/8/2010 17:38
Sandra: primeiro te agradeço ao comentário seguido pelo seu voto. Agora, vbeja só você o Uruguai que não tem nos dadois de informações de pesquisas um numero considerado de profissionais na área da educação em pesquisas consegue ter a consciencia de foirnecer as redes públicas de estudo um computador para que as crianças possam interagir ao mundo virtual e o nosso BRASIL???? NADINHA DE NADA!!! BJAO.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 19/8/2010 17:44
VOTADÍSSIMO. bjs REJA

REJA LUCCONI · Rio de Janeiro (RJ) · 19/8/2010 18:24
VOTADO . Educação é assunto sério mesmo, e devemos começar com os pequeninos como vc alerta sempre. bjs HIRENNA

HIRENNA · Porto Alegre (RS) · 19/8/2010 18:26
Reja e Hirenna: Vocês são duas queridas... Isso é corrente sanguinea mesmo!! Quem é a mais velha das três?// Querendo não precisa responder... (Risos) Bjao. Com muito CARINHO! Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 19/8/2010 18:30
...parte em questão interessante, mas de modo irreal se formos conceber o prático em lados a serem estabecidos. Podem, os mandatários, detentores de nosso capital, auxiliados por corjas e corjas de incompetentes (pra não dizer pior...), não abdicar de uns míseros maços de notas lameadas quais venham a ser um denotado VALOR quando posto em ROL de utensílios, estes, utilizados pela máquina da ganância e deformação caractual...? ora... dizem eles que não resta aos COFRES PÚBLICOS, o necessário para a permanencia parca, ao cunho dito, como pois, de intelectual... eles não tem o dinheiro. que posso dizer do teu texto, da idéia conflitante ao que nos tornarmos mais inteligentes, aprendermos a evoluir, e DE uma forma evoluída... claro, nunca a deixar então, de escrever... somos o que nos impomos, ao que de selo de nobreza qual, TODOS detém... basta, pois, evoluir... Tua idéia abrange dados significativos em prol de obstáculos já contabilizados e às questões por interactividade onde, presto, por ramo de atenção equivocada a detalhar em si, tal junção em SALA DE AULA... pois não é preciso de verbas?!?! não é preciso de algo substancial ao qual possibilite à chamada dita evolução HUMANA? Vamos questionar os tais acima por conduta relevantes ao consenso educacional travestido de papéis reciclados e lápis, borrachas e livros baratos onde, o que se tem por um senso de produtividade e meta final, é sim, o apartado da notícia e posto ao lume esquecido(?) de um rodapé... influenciam a midia pois de tantos e tantos caminhos perdidos de discussão à comunha da hipocrisia enquanto lêem o seu jornal francês, ou italiano, ou inglês, ou revistas, ou sites(?!??!?!?)...quem sabe se os mandássemos ali... ao lugar d'onde eles não pudessem Às suas pérfidas vestes, aproximares-se de nossos bens?____Beijo Solange Gomes da Fonseca, que sejas tão grande nos dias quais te seguem quanto à arquiteta educacional que és...(ps: desculpa o lapso de fúria, moça...) = (

Azke · São Paulo (SP) · 19/8/2010 18:39
VOTADO!BJAO! heheh

Azke · São Paulo (SP) · 19/8/2010 18:40
SOLANGE, ÉS UMA GUERREIRA NA ARTE DE EDUCAR. TENS A IDEOLOGIA DE VER MUDANÇAS NO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM. EU, TAMBÉM EDUCADORA QUE SOU, JÁ NÃO SONHO MAIS COM ESSA MELHORIA POIS, A CADA ANO QUE PASSA, SÓ VEJO ESSE PROCESSO SE DETERIORAR MAIS E MAIS, POIS AS PESSOAS "COMPROMETIDAS" COM O ENSINO VISAM OUTROS INTERESSES QUE VÃO EM SENTIDO CONTRÁRIO AOS QUE ALMEJAMOS. INFELIZMENTE, NOSSOS PEQUENOS APRENDIZES É QUE SAEM SEMPRE PERDENDO. ADMIRO TEU OTIMISMO E QUEIRA DEUS QUE UM DIA CONSIGAMOS VER UMA LUZ AO FINAL DESSE TÚNEL.PARABÉNS PELO BELO TEXTO.

Arlene Rocha · Rio de Janeiro (RJ) · 19/8/2010 18:45
VOTADÍSSIMO! ABÇS.

Arlene Rocha · Rio de Janeiro (RJ) · 19/8/2010 18:47
Azke: a mim, pessoalmente, sua fúria em nada me atingiu. Sou uma pessoa que compartilho e estudo os dados que acho necessário, a fim de criar na consciencia humana um comprometimento com as pessoas que colocamos, com as nossas próprias mãos no poder, e assim, somos os próprios responsáveis pelo quadro educacional, tamb´pem, do nosso país. Porém, discordo contigo em relação ao dinheiro que poderia SIM ser melhor empregado para que todos os lápis, papéis reciclados, livros baratos ... chegassem de modo justo e honesto nas mãos das pessoas. E, mais: é SIM nas SALAS DE AULA que detectamos e observamos a falencia dos órgãos governamentais, através de professores sem formação continuada, de alunos desnutritos e do saber defasado num contexto das demandas pedagódicas que regem a gestão politica e democratica das leis brasileiras. Obrigada de CORAÇÃO ao Rico comentário pessoal e ao seu voto. Bjao. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 19/8/2010 19:00
desculpe: alunos desnutridos (o erro ocorreu no calor das emoções sentidas)

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 19/8/2010 19:02
Arlene: interagir com pessoas que vivem no mesmo universo educacional é uma troca gratificante de conhecimentos adquiridos e compartilhados com o saber. A única coisa que diferimos é no ACREDITAR que podemos SIM fazer uma educação de qualidade para todos. Basta que nossas mãos saibam escolher o CERTO e tirar os ERROS do caminho do nosso país. Obrigada pelo comentário e voto. Bjao. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 19/8/2010 19:19
Solange, quando me referi aos " lápis, papéis reciclados, livros baratos", os moldei por comparação à tua idéia de ensino digital, qual, por isso mesmo a ser incompatível com a passagem... logo, o dinheiro a ser empregado nestes, que nem sequer chegam às mãos das pessoas, serviria em direção certa à construção evoluída de aprendizagem... foi isso q eu quis dizer... não menosprezo pois o material didáctico qual se tem, mas é SEMPRE necessário, evoluir... o teu texto é por definição, evolução!___beijo de novo, tchau...

Azke · São Paulo (SP) · 19/8/2010 21:58
Que a nova ferramenta seja mais uma a ajudar na alfabetização. Votando!

LELLA · Rio de Janeiro (RJ) · 19/8/2010 23:16
Lella: agradeço sua torcida na evolução da alfabetização frente às novas tecnologias e ao seu voto. Bjs. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 20/8/2010 02:00
Olá Solange, Gostei do Artigo! Os Meios de Expressão e Interação Vêm Mudando, Expandindo. É Importante a Discussão Sobre Aprendizagem, Capacitação dos Professores e Acesso às Novas Tecnologias de Informação! Um Beijo, Jorge X

Jorge Xerxes · São Carlos (SP) · 20/8/2010 14:56
Jorge: agradecimento triplo: sugestão de colocação nos meus textos, comentário e voto!

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 20/8/2010 15:01
Que artigo perfeito e bem elaborado!Aprender a ler e escrever deve ser um momento prazeroso!Votado!Bjs,

ANNE LIERI · São Paulo (SP) · 21/8/2010 12:25
Apreciado & Votado. Parabéns!

Zacarias Martins · Gurupi (TO) · 21/8/2010 16:18
Anne: grande satisfação sentida com sua presença no meu texto. E, mais: aprender a ler e escrever, e dá ferramentas para que as crianças pequenas possam abrir seus horizontes tecnológicos. Bjs. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 21/8/2010 21:01
Zacarias: fiquei lisongeada com sua apreciação e votação no meu texto. OBRIGADA de coração. AH... Volte outras vezes. Bjs. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 21/8/2010 21:03
Votado com louvor.Grande abaraço.Andrré

andre albuquerque · Recife (PE) · 22/8/2010 01:17
Olá Solange,Boa tarde ! Realmente precisamos pensar sobre o papel da tecnologia no processo de ensino/ aprendizagem, uma vez que o mundo mudou e a educação tem um papel crucial no processo de desenvolvimento do país.Voltado!

Ana Paula Fanon · Salvador (BA) · 23/8/2010 15:37
Ana Paula: com toda certeza "algo" nesse setor precisa, urgentemente, de mudanças. Caso contrário, como será a educação no futuro, se tudo , hoje, passa pelo 'filtro' das tecnologias. Obrigada pelo comentário e voto. Bjao. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 23/8/2010 18:50
Após ler os comentários acima, nada a acrescentar, além de votar.

Paola Rhoden · Brasília (DF) · 2/9/2010 19:58
Solange.Não tenho palavras ante a este excelente trabalho!Parabéns,Um abraço e um Bjim.Em tempo: desculpe o atraso ao ver seu trabalho e votar.

Roberto Armorizzi · Rio de Janeiro (RJ) · 10/9/2010 03:28
Roberto: você é um amigo do coração , de modo que suas desculpas são todas aceitas. Bjns. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 10/9/2010 05:24
Dia desses, passando eu próximo a uma Lan House (Panda Cyber Net, $ 1,40 a hora) observei quem as adentrava: crianças, em sua maioria. Games, Orkut, MSN, Facebook, Baixaki, MusicPlayer e demais sites de fofocas não pertinentes aqui falar estampavam os monitores. Então, eu me questiono: Se estes computadores falassem, o que falariam? - Ninguém me usa para outros fins. Só reconheço futilidades. Dureza. Uma luta que parece interminável. E ai que eu ecrevo destemidamente, que admiro essa sua garra Sô, em conscientizar, expandir, detonar a escrita voltada ao ensino propriamente dito e enfocado na tecnologia para o ensino. Triste em sonhar que o uso de computadores será feito realmente para a educação de utilização cultural e não apenas para brincadeiras. Lazer, sim. E a moderação? Triste ainda e também, ouvir uma criança já sabida de leitura e basicamente escrita, perguntar O que é um Laptop? De cortar o coração. Máquina precisa, (quase e falta pouco!) vital. Ao mesmo tempo, ruína, passatempo inadequado. Lembro-me então, deuma artigo de opinião que compartilhei com vc sobre o Pluralismo da informática e volto afirmar que é paradoxo. Ensino, educação, tecnologia e várias faces de interpretação. Mto Bjs!

Andi Sol · Osasco (SP) · 6/11/2010 10:41
Andi: todos esses questionamentos aqui levantados por você são TODOS aplicados para qualquer "nova" descoberta" ao mundo atual. Seja nas novas tecnologias, ou seja, no contexto sociocultural de um povo em pleno desenvolvimento. O uso de quaisquer ferrramentas deve ser monitorado e fiscalizado por adultos e, principalmente pela família, que vive, participa e instrui seus filhos para um mundo futuro melhor. Bem, pelo menos é o que se espera desses pais... Muito agradecida fico na busca por um texto já arquivado.Bjns. Solange.

Solange Gomes da Fonseca · Curitiba (PR) · 6/11/2010 17:14
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